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	<title>MPI - Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente</title>
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		<title>Balanço da Oficina das Ervas Comestíveis (2ª Edição)</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 21:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficina de Ervas Comestíveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizado pelo MPI, com o apoio da Associação Desportiva, Recreativa e de Melhoramentos do Avenal (Vilar &#8211; Cadaval) e da Junta de Freguesia de Vilar, realizou-se no passado domingo, dia 26 de Fevereiro, mais uma Oficina das Ervas Comestíveis que &#8230; <a href="http://mpica.info/oficina-das-ervas-comestiveis-2a-edicao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizado pelo MPI, com o apoio da Associação Desportiva, Recreativa e de Melhoramentos do Avenal (Vilar &#8211; Cadaval) e da Junta de Freguesia de Vilar, realizou-se no passado domingo, dia 26 de Fevereiro, mais uma Oficina das Ervas Comestíveis que atraiu pessoas com imensa curiosidade em conhecer melhor este recurso da Natureza.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/foto-grupo.jpg" rel="lightbox[588]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-597" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/foto-grupo-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a></p>
<p>Depois de uma breve apresentação de todos os participantes, a actividade teve início com uma saída de campo para identificação das espécies de plantas diretamente comestíveis pelas suas folhas, flores, talos ou rebentos.<br />
O permanente esforço para o controlo das ervas pela população em geral, em especial o uso de herbicidas, conduziu à sua diminuição, conforme atestam pessoas mais idosas em que outrora se conseguia recolher mais facilmente as ervas para alimentação, não só pela sua maior abundância, mas sobretudo por não haver o receio de estarem contaminadas pelos herbicidas ou outros pesticidas e poluentes. No entanto, e apesar da falta de chuva, foi possível observar inúmeras espécies, o que demonstra a sua capacidade de resistência mesmo nas condições mais adversas.<br />
Nalguns locais, onde a intervenção humana era menor, o vigor e a diversidade das ervas constituíram autêntico deleite para quem como nós, nos dedicámos à observação atenta do que nos rodeia.<br />
Terminada a saída de campo os participantes “invadiram” a cozinha e colaboraram na preparação de alguns dos pratos servidos no almoço, conhecendo assim alguns dos “segredos” culinários.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/grupo-no-saída-de-campo.jpg" rel="lightbox[588]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-598" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/grupo-no-saída-de-campo-300x221.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p>Seguiu-se o ansiado momento do almoço, cuja ementa variada surpreendeu, mais uma vez, pela positiva. Sopa de grão e cardos, sopa de urtigas, tarte de labaças, feijão branco com almeirão, feijão encarnado com funcho, esparregado do campo (confecionado com uma mistura de ervas como: malvas, acelgas, serralhas, morugem e tanchagem) e arroz de almeirões, foram os pratos principais, mas os frutos silvestres e as ervas aromáticas também tiveram um lugar de destaque com o pão de bolota, a trança de alecrim, o semi-frio de amoras silvestres, entre outras propostas eco-gastronómicas que estimularam o paladar.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/mesa.jpg" rel="lightbox[588]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-599" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/03/mesa-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>“Descomplicar” a agricultura, ou seja, uma agricultura que coopere com a Natureza em vez de investir um esforço excessivo em procurar dominar e controlar a Natureza, aproveitar melhor os recursos que nos estão próximos, até como resposta à crise, a importância de uma alimentação saudável, sensibilizar para os riscos do uso generalizado dos herbicidas, foram algumas das ideias partilhadas no momento de tertúlia após o almoço e que ajudou a que o dia terminasse da melhor maneira!<br />
Vilar, 27 de Fevereiro de 2012</p>
<p><span id="more-588"></span></p>
<p>Cartaz de divulgação do programa:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-589" title="Cartaz2_OficinaErvasComestíveis" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/02/Cartaz2_OficinaErvasComestíveis.jpg" alt="" width="673" height="952" /></p>
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		<title>Novo Boletim do MPI disponível</title>
		<link>http://mpica.info/novo-boletim-do-mpi-disponivel/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 21:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[N.º 25 já está disponível, aqui]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>N.º 25 já está disponível, <a href="http://pt.scribd.com/doc/81627531/Boletim-n-%C2%BA25" target="_blank">aqui</a></p>
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		<title>Balanço: Oficina de Propagação por Semente de Árvores e Arbustos Nativos, Montejunto</title>
		<link>http://mpica.info/oficina-de-propagacao-por-semente-de-arvores-e-arbustos-nativos-27-de-novembro-montejunto/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 10:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[A nossa Floresta]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizou-se no dia 27 de Novembro a oficina “A Propagação por Semente de Árvores e Arbustos Nativos, numa organização do CRASM – Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto, um projecto da Quercus em parceria com a Junta de &#8230; <a href="http://mpica.info/oficina-de-propagacao-por-semente-de-arvores-e-arbustos-nativos-27-de-novembro-montejunto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-530" title="logo" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/logo.png" alt="" width="515" height="142" /></p>
<p>Realizou-se no dia 27 de Novembro a oficina “A Propagação por Semente de Árvores e Arbustos Nativos, numa organização do CRASM – Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto, um projecto da Quercus em parceria com a Junta de Freguesia de Vilar (Cadaval), no âmbito da Rede CREIAS Oeste, contando assim com o apoio de várias organizações: MPI &#8211; Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente, Lourambi e Real XXI.<br />
O sol radioso que brilhou nesse dia tornou a saída de campo ainda mais agradável. O bom estado de conservação da Mata do Furadouro (Serra de Montejunto) constituiu um regalo para os participantes.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/1.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-521" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/1.jpg" alt="" width="627" height="428" /></a><br />
<a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/2.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-523" title="2" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/2.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do eco-almoço servido na sede da Associação Cultural e Social da Tojeira e preparado previamente por voluntários do CRASM e do MPI, podemos destacar a saborosa e original tarte de medronhos, mas não faltou o bom pão (pão de bolota, trança de alecrim), boa bebida (de flor de sabugueiro e de roseira brava) e os bons ingredientes biológicos.</p>
<div align="center"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/3.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-524" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/3-300x136.jpg" alt="" width="300" height="136" /></a></p>
<div align="left">
<p>No período da tarde foi apresentado um enquadramento da floresta autóctone, nomeadamente a biogeografia, funções ecológicas, ameaças e espécies da flora mais representativas, seguindo-se um pequeno intervalo para se proceder à libertação de uma águia de asa redonda reabilitada no CRASM. Momento emocionante e inesperado pelos participantes!</p>
<div align="center"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/4.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-525" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/4.jpg" alt="" width="611" height="434" /></a></p>
<div align="left">
<p>A oficina prosseguiu com as técnicas de propagação por semente. Muitas espécies não exigem procedimentos especiais, mas noutras é necessário preparar as sementes para se conservarem até ao momento adequado da sementeira (como extrair as sementes através de maceração nos frutos com polpa) e/ou aplicar técnicas para quebrar a dormência das sementes (a escarificação ou a incisão do tegumento (revestimento da semente), a estratificação, tratamento com água fria ou quente) e eliminar os inibidores da germinação.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/5.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-526" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/5.jpg" alt="" width="573" height="438" /></a>  <a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/6.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-527" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/6.jpg" alt="" width="640" height="417" /></a></p>
<p>Ao abordar espécie a espécie foi realizada a sementeira em tabuleiros de alvéolos de algumas das espécies.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/7.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-528" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/7.jpg" alt="" width="493" height="424" /></a>  <a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/8.jpg" rel="lightbox[512]"><img class="aligncenter size-full wp-image-529" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/8.jpg" alt="" width="635" height="392" /></a></p>
</div>
</div>
<p>A avaliação final da actividade foi manifestada pelos participantes como bastante positiva.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-512"></span></p>
<p>Informação e cartaz de divulgação da actividade:</p>
<p><span style="font-family: 'Comic Sans MS';">O coberto vegetal natural do nosso país, e da nossa região (Oeste), tem sofrido duras ameaças ao longo do tempo, encontrando-se por isso muito fragmentado e detriorado.<br />
Propomos uma actividade que ajude a reatar uma relação de cooperação com a Natureza onde todos ficaremos a ganhar!<br />
Começaremos por uma saída de campo na lindíssima Mata do Furadouro, o último reduto do bosque adulto (climácico) que outrora povoou a Serra de Montejunto, para identificação das espécies e recolha de frutos e sementes.<br />
Seguir-se-á um Eco-Almoço, onde não faltarão como ingredientes frutos e ervas silvestres comestíveis</span>.<br />
<span style="font-family: 'Comic Sans MS';">No CRASM &#8211; Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto iremos explorar técnicas de preparação e conservação de sementes e proceder a sementeiras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-514" title="cartaz A4 oficina de propagação por sementes_v.3c" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-A4-oficina-de-propagação-por-sementes_v.3c.jpg" alt="" width="620" height="877" /></p>
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		<item>
		<title>SEED SAVERS TOUR 2011 – Digressão pelas Sementes Livres</title>
		<link>http://mpica.info/seed-savers-tour-2011-%e2%80%93-digressao-pelas-sementes-livres/</link>
		<comments>http://mpica.info/seed-savers-tour-2011-%e2%80%93-digressao-pelas-sementes-livres/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 10:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 4 de Novembro, Portugal receberá a visita dos Seed Savers da Austrália, Michel e Jude Fanton, precursores da consciência global pela preservação das sementes e da sua divulgação junto dos permacultores e horticultores por todo o mundo. &#8230; <a href="http://mpica.info/seed-savers-tour-2011-%e2%80%93-digressao-pelas-sementes-livres/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>N<span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;">o próximo dia 4 de Novembro, Portugal receberá a visita dos Seed Savers da Austrália, Michel e Jude Fanton, precursores da consciência global pela preservação das sementes e da sua divulgação junto dos permacultores e horticultores por todo o mundo. Ao longo de 10 dias partilharão os seus conhecimentos de permacultura e preservação de sementes locais em eventos espalhados de norte a sul do país.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><img class="aligncenter size-full wp-image-507" title="cabecalho seedsavers web" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/10/cabecalho-seedsavers-web.jpg" alt="" width="500" height="300" /></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;">Nas suas hortas e nos cursos de permacultura, Michel e Jude sempre evidenciaram a conservação da bidiversidade e a produção de sementes como componentes essenciais da produção de alimentos.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">A concentração do mercado das sementes a partir de meados dos anos 70 resultou no desaparecimento de milhares de variedades não rentáveis e a sua substituição por uma pequena quantidade de híbridos. Foi este panorama que levou Michel e Jude a fundar a “Seed Savers&#8217; Network”, em 1986, como ferramenta para contrariar a globalização das sementes e as patentes sobre as plantas. Rapidamente foram reconhecidos no meio permacultor como o braço sementeiro da Permacultura.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Este ano a rede dos Seed Savers </span><span style="font-size: x-small;"><a href="http://www.seedsavers.net/" target="_blank">http://www.seedsavers.net/</a> </span><span style="font-size: x-small;">celebra 25 anos de trabalho pioneiro na área da acção comunitária pelas sementes e conta já com cerca de 100 redes locais de sementes na Austrália, para além de ter dinamizado a preservação de sementes tradicionais em outros 40 países, entre eles</span><span style="color: #000000; font-size: x-small;"> Afeganistão, Índia, Japão, Timor e Equador.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Os Seed Savers levaram a cabo um importantíssimo trabalho de recolher, catalogar e guardar sementes de variedades tradicionais por toda a Austrália. Estas sementes são mantidas vivas replantando em média 1.200 variedades por ano nas hortas dos Seed Savers e trocando-as entre hortelões espalhados por toda a Austrália, contribuindo assim para a adaptação contínua das plantas locais.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Para além da participação em diversos estudos de investigação científica, individualmente ou em conjunto com universidades e outras instituições, o trabalho de Michel e Jude Fanton consiste em apoiar a criação de redes locais de troca de sementes, bancos de sementes e hortas de preservação de sementes de variedades tradicionais um pouco por todo o mundo. Entre as suas publicações constam o “Seed Savers&#8217; Handbook” &#8211; uma referência para cultivar, preparar e conservar 117 variedades tradicionais de plantas alimentares da Austrália e da Nova Zelândia – e o documentário “Our Seeds” / “As Nossas Sementes” &#8211; filme que celebra os guardiões de sementes, os agricultores e horticultores que preservam e partilham a fonte da nossa herança alimentar diversa -. Em breve lançarão um novo documentário, “Our Roots”, filmado em Vanuatu.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Michel e Jude Fanton são uma inspiração para milhares de hortelões e defensores da nossa herança alimentar comum. Permacultores de longa data (os seus desenhos figuram no manual de Permacultura e o Bill Mollison foi um visitante frequente nas suas hortas), hoje dedicam-se sobretudo a espalhar a mensagem das sementes tradicionais e a apoiar a criação de sistemas locais de preservação e troca de sementes.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Ver mais sobre os seed savers australianos: <a href="http://www.seedsavers.net/" target="_blank">www.seedsavers.net</a></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Mais sobre a Campanha pelas Sementes Livres: <a href="http://www.sosementes.gaia.org.pt/" target="_blank">www.sosementes.gaia.org.pt</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>Programa SEED SAVERS TOUR, 4 a 13 de Novembro 2011</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>4 a 6 de Novembro: </strong>Encontro anual da Semente da Rede Colher para Semear em São Brás de Alportel, Algarve, com projecção do filme de Michel e Jude Fanton “As Nossas Sementes” seguida de conversa informal no dia 4 pelas 20.30h.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>8 de Novembro – 16-18h:</strong> Oficina para pais e professores facilitada pelos Fanton sobre hortas em escolas na Escola Casa Verdes Anos, em Monsanto, Lisboa.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>9 de Novembro – 11-13h: </strong></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Oficina para hortelões e interessados facilitada pelos Fanton sobre preservação de sementes tradicionais e a criação de redes locais de sementes na Horta do Monte, Graça, Lisboa. Pique-nique a seguir à oficina com comida trazida pelos participantes.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a name="13312487061a0b27_133118bf75de5484_:fd1"></a></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>9 de Novembro – 19h: </strong></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Projecção pública do filme “As Nossas Sementes” no auditório do Liceu Camões, Lisboa (local a confirmar) seguida de debate com Michel e Jude Fanton, da rede Australiana Seedsavers que produziu o filme, e oradores convidados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>10 de Novembro – 15–20h: </strong></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Oficina de sementes com vários especialistas portugueses de sementes e os Fanton (15-17h), Oficina de culinária “sementes na mesa” (17-19h), seguida de jantar convívio com os resultados da oficina, na Horta do Botânico, Coimbra.</span></p>
<p><em><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Evento organizado com a ajuda do Jardim Botânico e Coimbra em Transição.</span></em></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a name="13312487061a0b27_133118bf75de5484_:fd"></a></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>10 de Novembro – 20.30h: </strong></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Projecção pública do filme “As Nossas Sementes” no Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra, seguida de debate com Michel e Jude Fanton, da rede Australiana Seedsavers que produziu o filme, e oradores convidados.</span></p>
<p><em><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Evento organizado com a ajuda de Coimbra em Transição e CES (Centro de Estudos Sociais).</span></em></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><strong>12 e 13 de Novembro – todo o dia: </strong></span><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Curso de Introdução à Permacultura, facilitado pelo Maurício Umann d&#8217;O Fojo, co-facilitado e.o. por Michel e Jude Fanton e Annelieke van der Sluijs, no Jardim Botânico, Coimbra. Programa especial de Sábado à noite: Jantar e Tertúlia sobre a Soberania da Semente com a Campanha pelas Sementes Livres. Inscrições até 10 de Novembro para </span><span style="font-size: x-small;"><a href="mailto:transicaocoimbra@gmail.com" target="_blank">transicaocoimbra@gmail.com</a></span></p>
<p><em><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Evento organizado com a ajuda de Coimbra em Transição, Jardim Botânico e O Fojo, com o apoio da Campanha pelas Sementes Livres. Ver o cartaz <a href="http://gaia.org.pt/node/16069" target="_blank">aqui</a>.</span></em></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: x-small;">Ver mais detalhes do programa e actualizações em <a href="http://gaia.org.pt/seedsaverstour" target="_blank">http://gaia.org.pt/<wbr>seedsaverstour</wbr></a></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong></strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong>SINOPSE DO FILME DOS SEED SAVERS &#8220;As Nossas Sementes&#8221;</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Título original: &#8220;Our Seeds: Seeds Blong Yumi&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Ano: 2008</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Duração: 57 min</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Falado em inglês, legendado em português</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Género: documentário</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Realização: Seedsavers</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Produtores: Michel e Jude Fanton</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Resumo: Um filme que celebra os guardiões de sementes, os agricultores e hortelões que preservam e partilham a fonte da nossa herança alimentar diversa. Filmado em onze países com vinte grupos tribais, “As Nossas Sementes” mostra que as ameaças à saúde e qualidade alimentar têm soluções locais.</span></p>
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		<title>Balanço de Oficina de Cozinha Sustentável, ETEO</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oficinas de Cozinha Sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[A convite de uma aluna finalista, Filipa Pereira, do Curso Técnico de Animador Sócio-Cultural da Escola Técnica Empresarial do Oeste, nas Caldas da Rainha, realizou-se no dia 7 de Junho de 2011 uma Oficina de Cozinha Sustentável. No auditório da &#8230; <a href="http://mpica.info/balanco-de-oficina-de-cozinha-sustentavel-eteo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convite de uma aluna finalista, Filipa Pereira, do Curso Técnico de Animador Sócio-Cultural da Escola Técnica Empresarial do Oeste, nas Caldas da Rainha, realizou-se no dia 7 de Junho de 2011 uma Oficina de Cozinha Sustentável.</p>
<p>No auditório da escola reuniram-se as duas turmas do 12º ano para a projecção de um excerto do filme “Uma Verdade Mais que Inconveniente” (Meat the Truth), filme que constitui uma adenda ao conhecido documentário de Al Gore, apresentando de forma factual o impacto do actual consumo excessivo de carne, como a desflorestação, a perda de biodiversidade e as alterações climáticas, a que se seguiu um debate com Alexandra Azevedo, onde se desenvolveu a questão tão actual sobre os maus hábitos de alimentares e o que se esconde para lá das prateleiras dos supermercados. Foram ainda realçadas as potencialidades da Eco-Gastronomia não só para a promoção da nossa saúde e do planeta, mas também para o desenvolvimento económico e social do nosso país.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-2.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-536" title="OficinaEteo (2)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-2-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /> </a>  <a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-3.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-537" title="OficinaEteo (3)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-3-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Numa cozinha improvisada, mas funcional, montada num pátio interior da escola todos os alunos da turma da aluna responsável pela actividade e respectivos professores participaram na confecção de uma ementa completa, sob a orientação de Alexandra Azevedo, e constituiu dos momentos mais animados!</p>
<p>A ementa foi: maionese de linhaça, sopa de curgete, pataniscas de lentilhas e mousse saudável de frutos vermelhos. Alexandra Azevedo disponibilizou pão de levada natural confeccionado por si a partir de farinha de trigo tradicional (Almansor) obtida por moagem tradicional. Os ingredientes foram na sua maioria de produção local e biológicos.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-4.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-538" title="OficinaEteo (4)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-4-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-5.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-539" title="OficinaEteo (5)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-5-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a> Um momento de humor!</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-6.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-540" title="OficinaEteo (6)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-6-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>E chegou o ansiado momento da degustação!</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-7.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-541" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-7-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Como uma das formas de retribuir a colaboração prestada foi ofertado um cabaz com frutos vermelhos. Gesto muito simpático e de muito bom gosto!</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-8.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-542" title="OficinaEteo (8)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-8-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Momento ainda para a foto de grupo e os agradecimentos e despedidas.</p>
<p><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-9.jpg" rel="lightbox[532]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-543" title="OficinaEteo (9)" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/07/OficinaEteo-9-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>O MPI deseja a todos os alunos, e em especial à Filipa Pereira, votos de sucesso profissional, e uma atitude pró-activa em defesa do desenvolvimento sustentável, para uma vida plena de saúde num ambiente ecologicamente equilibrado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projecção de filmes e troca de sementes</title>
		<link>http://mpica.info/projeccao-de-filmes-e-troca-de-sementes/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 17:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em colaboração com o núcleo ANIMAR, uma associação do concelho da Lourinhã, o MPI participou numa actividade que se realizou no dia 22 de Maio, no recinto das Festas da Praia da Areia Branca e constou na projecção de dois &#8230; <a href="http://mpica.info/projeccao-de-filmes-e-troca-de-sementes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/animar-Logotipo_curvas.jpg" rel="lightbox[558]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-561" title="animar-Logotipo_curvas" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/animar-Logotipo_curvas-300x80.jpg" alt="" width="300" height="80" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Em colaboração com o núcleo ANIMAR, uma associação do concelho da Lourinhã, o MPI participou numa actividade que se realizou no dia 22 de Maio, no recinto das Festas da Praia da Areia Branca e constou na projecção de dois documentários: “Transgénicos: a manipulação dos campos” e “As Nossas Sementes: realizado na Austrália pela Rede de Variedades Tradicionais”, com debate dinamizado por Alexandra Azevedo e terminando com uma pequena troca de sementes de variedades tradicionais.</p>
<p style="text-align: left;">Os documentários constituíram importantes recursos audio-visuais para retratar a realidade em relação à nossa alimentação e modo de produção de alimentos, como: o cultivo dos transgénicos e as ameaças que representam para o ambiente, os agricultores e a saúde pública; o rápido desaparecimento das variedades tradicionais, a herança alimentar dos nossos antepassados, devido à sua substituição por sementes de variedades comerciais, muitas das quais híbridas e também por sementes transgénicas; mas também em relação aos sinais de esperança para a inversão deste cenário pelas iniciativas que um pouco de todo o mundo estão a permitir a recuperação possível do nosso património genético alimentar ancestral para que volte a estar vivo nos campos e a produção de alimentos saudáveis.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-560" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/2-sementes.jpg" alt="" width="480" height="640" /></p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-559" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/1-projeccao.jpg" alt="" width="572" height="344" /></p>
<p style="text-align: left;">Na troca de sementes constaram alguns cereais: milho branco de ciclo curto, milho branco de ciclo longo, milho amarelo comum, trigo maçaruco e trigo provençal, cedidos por João Vieira (agricultor do concelho do Cadaval), sementes de couve nabiça ou greleira e sementes de nabiça de flor roxa, partilhadas por Alexandra Azevedo, e feijoca e feijão manteiga disponibilizados por Mª João Lopes.</p>
<p style="text-align: left;">Esta actividade do programa &#8220;Encontro de Permacultura&#8221; da ANIMAR permitiu a divulgação da Campanha pelas Sementes Livres, uma campanha com expressão na maioria dos países europeus que teve início este ano face à crescente privatização das plantas e sementes agrícolas e as propostas legislativas da Comissão Europeia. Em Portugal a campanha conta neste momento com a parceria da Campo Aberto, GAIA, Plataforma Transgénicos Fora, Quercus e o Movimento Pró-informação para a Cidadania e Ambiente e ainda uma lista crescente de subscritores.</p>
<p style="text-align: left;">Mais informações estão disponíveis no subsite do GAIA: <a href="www.sosementes.gaia.org.pt">www.sosementes.gaia.org.pt</a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/sementes-livres.jpg" rel="lightbox[558]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-563" title="Print" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2012/01/sementes-livres-274x300.jpg" alt="" width="274" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parecer sobre EIA de pedreira da Cimpor em Arcena &#8211; ADAL, MPI e Quercus</title>
		<link>http://mpica.info/parecer-sobre-eia-de-pedreira-da-cimpor-em-arcena-adal-mpi-e-quercus/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 09:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plataforma Ambiental pela Reciclagem na Valorsul]]></category>

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		<description><![CDATA[Plataforma pela Reciclagem na Valorsul ADAL – Associação de Defesa do Ambiente de Loures MPI – Movimento Pró Informação Cidadania e Ambiente Quercus- Associação Nacional de Conservação da Natureza Parecer sobre o Estudo de Impacte Ambiental do Projecto da Pedreira &#8230; <a href="http://mpica.info/parecer-sobre-eia-de-pedreira-da-cimpor-em-arcena-adal-mpi-e-quercus/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Plataforma pela Reciclagem na Valorsul</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ADAL – Associação de Defesa do Ambiente de Loures</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>MPI – Movimento Pró Informação Cidadania e Ambiente</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quercus- Associação Nacional de Conservação da Natureza</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Parecer sobre o Estudo de Impacte Ambiental do Projecto </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>da Pedreira da Cimpor em Arcena</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Maio de 2011</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Apreciação Geral</strong></p>
<p>Consideramos que o EIA em apreço deve ser rejeitado pela APA uma vez que apresenta graves erros e omissões, nomeadamente:</p>
<p>- Não avalia com o mínimo de cuidado os inegáveis impactes ambientais e socioeconómicos provocados pela instalação de uma pedreira a cerca de 80 metros de habitações.</p>
<p>- Não avalia os impactes da instalação de uma pedreira a poucos metros de um aterro sanitário de grandes dimensões e em exploração.</p>
<p>- Não estuda os impactes ambientais de localizações alternativas para a extracção de pedra para a cimenteira da Cimpor em Alhandra.</p>
<p>- Apresenta como uma das principais justificações para a pedreira a necessidade da Valorsul construir uma nova célula para o aterro de Mato da Cruz, não tendo em conta que a Valorsul não estudou outras alternativas quer em termos de localização, quer em termos de solução técnica.</p>
<p>- Assume que o local onde vai ser instalada a pedreira está classificado como REN por ser uma zona de máxima infiltração, mas não retira as necessárias ilações quanto ao facto de este projecto implicar que esse local possa vir a ser ocupado posteriormente por um aterro sanitário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 – Avaliação específica</strong></p>
<p><strong>2.1 &#8211; Proximidade da pedreira às habitações</strong></p>
<p>Segundo o EIA, a pedreira de Arcena vai ficar situada a cerca de 80 metros de habitações, no entanto o estudo não considera esse facto como razão suficiente para inviabilizar o projecto, o que em nosso entender é inaceitável do ponto de vista técnico, uma vez que é economicamente muito difícil operar a pedreira sem recorrer a técnicas de desmonte que não venham a gerar fortes impactes a nível do ruído e das vibrações.</p>
<p>Aliás, essa situação já se verifica hoje em Arcena, com a actividade da Pedreira do Bom Jesus, que está mais afastada de Arcena, existindo muitos relatos de explosões que causaram não só um forte ruído, como também danos nas habitações.</p>
<p>A instalação de uma pedreira a escassas dezenas de metros de habitações é uma situação que vai degradar fortemente a qualidade ambiental daquelas populações, à qual se junta a redução do valor patrimonial dos seus imóveis, facto a que o EIA não deu a devida atenção.</p>
<p>De referir que as habitações que agora vão ser afectadas foram licenciadas pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira junto ao local onde agora se pretende construir uma pedreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2.2 – Proximidade do aterro sanitário </strong></p>
<p>O EIA não faz qualquer avaliação sobre os riscos inerentes à exploração de uma pedreira encostada a um grande aterro sanitário em exploração, como é neste caso o aterro de Mato da Cruz.</p>
<p>Após reunião com a Valorsul, na qual participou a Câmara Municipal de V.F. de Xira, ficámos a saber que a própria Valorsul não tem nenhum estudo sobre os impactes da exploração da pedreira no actual aterro.</p>
<p>Esta situação é gravíssima, uma vez que não há registo de uma situação idêntica noutro país. Normalmente o que ocorre é o aproveitamento de pedreiras abandonadas para a instalação de aterros, nunca a abertura de uma pedreira encostada a um aterro em exploração ou selado.</p>
<p>Os riscos inerentes a esta situação prendem-se com a desestabilização do aterro provocada pelas vibrações resultantes das explosões, o que poderá ter efeitos ao nível da estanqueidade das telas que garantem a impermeabilização, ao nível do sistema de drenagem de biogás, podendo ocorrer fugas e eventuais explosões e ainda em relação à estabilidade dos taludes que pode ser comprometida, podendo ocorrer deslizamentos de terras e resíduos, situação que pode ser potenciada com a ocorrência de períodos de intensa pluviosidade que são cada vez mais frequentes.</p>
<p>Todos estes riscos potenciais associados à ausência de um estudo sobre este caso em particular deveriam levar a APA a desaconselhar a aceitação deste EIA que praticamente ignora esta realidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2.3 – Localizações alternativas para a pedreira da Cimpor</strong></p>
<p>O EIA não apresenta alternativas de localização para a pedreira da Cimpor, pelo que falha na obrigação de apresentar alternativas ao projecto.</p>
<p>De referir que a justificação do projecto está muito insuficiente, uma vez que segundo o próprio EIA a actual pedreira em exploração ainda tem material para cerca de 30 anos, o que atendendo às tendências de estagnação do sector da construção civil leva a concluir que esses 30 anos corresponderão na realidade a um período de tempo muito superior, pelo que a suposta necessidade da Cimpor em obter novas fontes de material para a sua fábrica de Alhandra não está devidamente justificada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2.4 – Ampliação do aterro de Mato da Cruz</strong></p>
<p>O EIA apresenta como uma das principais justificações para a abertura da pedreira em Arcena, a necessidade urgente de ampliação do aterro sanitário de Mato da Cruz, explorado pela Valorsul.</p>
<p>A questão que se coloca é que o EIA não faz referência a nenhum estudo que demonstre que a nova célula do aterro tem de ser obrigatoriamente construída naquele local e por outro lado assume que a única solução para os resíduos que o incinerador da Valorsul não pode tratar têm forçosamente de ser enviados para um aterro.</p>
<p>Com efeito, no que se refere à solução técnica para tratar esses resíduos urbanos indiferenciados seria ambientalmente mais favorável uma solução através da tecnologia de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB) que permite taxas de reciclagem da ordem dos 50%, encaminhamento de 30% para CDR e envio de apenas 20% de resíduos inertes para aterro, o que prolongaria a vida ao aterro de Mato da Cruz sem criar o problema de cheiros e águas residuais que caracteriza os aterros de resíduos urbanos, uma vez que não haveria descarga de matéria orgânica.</p>
<p>A instalação de uma unidade de Tratamento Mecânico e Biológico¸ do género da que existe na Valnor, é uma necessidade urgente para a Valorsul de forma a poder cumprir as exigentes metas de reciclagem impostas pela nova Directiva-Quadro sobre resíduos que vai obrigar à reciclagem até 2020 de 50% dos materiais recicláveis que compõem os resíduos urbanos.</p>
<p>Para atingir essas metas a Valorsul tem obrigatoriamente de deixar de colocar resíduos urbanos indiferenciados directamente nos aterros da Valorsul em Mato da Cruz e no Cadaval, passando a tratá-los pelo sistema de TMB, sendo que esta nova solução de tratamento necessitará forçosamente de um estudo de localização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2.5 – Aterro em REN</strong></p>
<p>O EIA refere que a pedreira e, por consequência, o futuro aterro serão instaladas em zona de REN devido a ser uma zona de máxima infiltração, mas apesar dessa constatação, o EIA não considera tal localização como uma situação que causará fortes impactes negativos.</p>
<p>A colocação de um aterro de resíduos urbanos em zona de REN, não só afecta a recarga do aquífero, como também põe em risco a qualidade das águas subterrâneas, o que é agravado pelo facto de estar prevista a descarga de grandes quantidades de resíduos urbanos no aterro.</p>
<p>Ao não avaliar toda esta situação, o EIA revela fragilidades inaceitáveis.</p>
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		<title>Apoie a Plataforma Transgénicos fora</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 13:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[STOP OGM!]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.aroots.com/projects/plataforma/" frameborder="0" width="500" height="260"></iframe></p>
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		<title>&#8220;Vencer a crise através da eco-gastronomia&#8221;</title>
		<link>http://mpica.info/vencer-a-crise-atraves-da-eco-gastronomia/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 17:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco-Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="390"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UmHi5tv6zEw?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UmHi5tv6zEw?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="390"></embed></object></p>
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		<title>16 de Abril: ECO-JANTAR e Conferência &#8220;Vencer a Crise com a Eco-Gastronomia &#8211; Casa do Oeste (Ribamar &#8211; Lourinhã)</title>
		<link>http://mpica.info/16-de-abril-eco-jantar-e-conferencia-vencer-a-crise-com-a-eco-gastronomia-casa-do-oeste-ribamar-lourinha/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 13:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MPI</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eco-Jantares]]></category>

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		<description><![CDATA[Balanço do Eco-Jantar e Conferência na Casa do Oeste No do dia 16 de Abril a Fundação João XXIII &#8211; Casa do Oeste acolheu mais uma actividade como já vem sendo hábito, mas desta vez nuns moldes um pouco diferentes. &#8230; <a href="http://mpica.info/16-de-abril-eco-jantar-e-conferencia-vencer-a-crise-com-a-eco-gastronomia-casa-do-oeste-ribamar-lourinha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/Logos_Ecojantar_Casa-do-Oeste.png" rel="lightbox[479]"><br />
</a><img class="aligncenter size-large wp-image-491" title="Logos_Ecojantar_Casa do Oeste" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/Logos_Ecojantar_Casa-do-Oeste-1024x114.png" alt="" width="614" height="68" /></p>
<p><strong>Balanço do Eco-Jantar e Conferência na Casa do Oeste</strong></p>
<p>No do dia 16 de Abril a Fundação João XXIII &#8211; Casa do Oeste acolheu mais uma actividade como já vem sendo hábito, mas desta vez nuns moldes um pouco diferentes. Foi integrada no âmbito da actividade do CREIAS Oeste<sup>1</sup> organizada por 3 dos parceiros: Biofrade, Fundação João XXIII &#8211; Casa do Oeste e MPI &#8211; Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente, e a refeição seguiu muitos dos critérios do conceito da eco-gastronomia, tema central da conferência proferida por Alexandra Azevedo do MPI intitulada “Vencer a Crise com a Eco-Gastronomia”.</p>
<p>Durante o jantar Alexandra Azevedo foi explicando os ingredientes, respectiva preparação e as receitas. Antes de ser servida a sobremesa deu-se então início à conferência.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-492" title="MF2-2009" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/PIC_0053.jpg" alt="" width="535" height="393" /></p>
<p>O tema da Eco-Gastronomia tem sido uma das prioridades do MPI desde logo porque o sector da alimentação é um dos maiores responsáveis por muitos problemas ambientais, como uso de pesticidas, uso intensivo da água, poluição da água (por pesticidas, efluentes de pecuárias, fertilizantes químicos) ou a desflorestação, conforme espelhado em inúmeros relatórios de entidades oficiais (FAO – Organização para a Alimentação e Agricultura, UNEP – Programa de Ambiente, ambas das Nações Unidas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><sup>1 </sup>O CREIAS Oeste – Centro Regional de Educação e Inovação Associada ao Oeste, o RCE – Regional Centre of Expertise, em português, CRE – Centro Regional de Excelência, da Região Oeste, em Portugal, está integrado na rede mundial de RCE desde 2007. Os RCE são uma rede de organizações educacionais formais, não formais e informais mobilizadas a levar a Educação pelo desenvolvimento sustentável às comunidades regionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentro do sector da alimentação a pecuária é o maior responsável, pois já consome actualmente cerca de metade de toda a produção agrícola, ocupa 70% da superfície agrícola mundial e mais emite gases com efeito de estufa, no entanto apenas alimenta uma pequena percentagem da população mundial, ou seja, as populações dos países mais industrializados e as classes mais favorecidas dos países das economias emergentes (com o a China).</p>
<p>São profundas as transformações que têm ocorrido na agricultura nas últimas décadas. O domínio de um modelo industrializado / intensivo tem provocado uma rápida diminuição das agrobiodiversidade, ou seja, variedades de espécies de plantas (e animais) cultivadas. As gerações mais antigas recordam a imensa variedade de frutas e cereais que eram cultivadas na nossa região. Em contrapartida, foram introduzidas variedades transgénicas, sobretudo milho e soja (cujo principal mercado são as rações para animais), há pouco mais de uma década, variedades essas que só podem ser obtidas em laboratório e cujos efeitos na saúde (entre outros) não são ainda suficientemente conhecidos, e apesar de alguns estudos independentes terem detectado vários problemas, tal não impediu que continue o seu cultivo comercial.</p>
<p>As desigualdades no acesso à comida entre os países mais industrializados e do 3º Mundo são profundas, com cerca de mil milhões de pessoas com excesso de alimentos e com fome crónica respectivamente. As doenças crónicas não transmissíveis, como o cancro, diabetes e problemas cardiovasculares são a maior causa de morte nos países mais industrializados e entre as principais causas estão os maus hábitos alimentares e a inactividade física.</p>
<p>Os portugueses têm infelizmente um padrão alimentar semelhante a outros países mais industrializados com excesso de consumo de carne e carência no consumo de cereais integrais, legumes e frutas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/duas-rodas-dos-alimentos.jpg" rel="lightbox[479]"><img class="aligncenter size-large wp-image-493" title="duas rodas dos alimentos" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/duas-rodas-dos-alimentos-1024x685.jpg" alt="" width="574" height="383" /></a></p>
<p>Para resolver muitos destes problemas temos de <strong>reduzir o consumo de carne</strong> voltando à nossa tradição alimentar baseada na dieta mediterrânica, ou segundo a opção individual adoptar um regime vegetariano desde que de forma correcta para evitar também consequências negativas na saúde.</p>
<p>Outras componentes fundamentais da Eco-Gastronomia são o consumo de <strong>alimentos produzidos localmente, biológicos, de variedades tradicionais, silvestres, da época, sem embalagens e comprados directamente aos produtores</strong>, e, claro, rejeitar os transgénicos e a <em>Fast Food</em>!</p>
<p>Alexandra Azevedo demonstrou ainda pelo seu caso pessoal que uma alimentação mais cuidada pode ser mais barata! Reduzir o consumo de carne e peixe é um importante passo e para compensar o custo mais elevados dos alimentos biológicos temos de optar por adquiri-los o mais próximo possível dos produtores, saber aproveitar os recursos alimentares que a natureza nos proporciona de forma tão generosa, como as ervas silvestres comestíveis, e cultivar pelo menos alguns alimentos.</p>
<p>Para recuperar os bons e variados alimentos há duas associações que merecem referência: O Movimento Slow Food, uma referência mundial na promoção da Eco-Gastronomia, resume muito bem o conceito com a defesa do alimento “bom, limpo e justo”. Bom (que saiba bem, nutritivo, fresco, da época, Limpo (sem pesticidas, sem transgénicos) e Justo (a preço remunerador para os produtores e equilibrado para os consumidores); e a Colher para Semear – Rede Portuguesa de Variedades Tradicionais que tem realizado levantamentos das variedades tradicionais de hortícolas, cereais e fruteiras ainda cultivadas nos nossos dias e através da sua rede de associados garantir que estas variedades continuem “vivas nos campos”!</p>
<p>É preciso pois recuperar muito da sabedoria popular, religar as pessoas entre si e à Natureza que nos sustenta, assim o MPI tem realizado inúmeras actividades como oficinas de fabrico tradicional de pão, oficinas de cozinha sustentável e oficina das ervas comestíveis.</p>
<p>As potencialidades da Eco-Gastronomia são enormes:</p>
<p>- O turismo gastronómico atrai cerca de 14% dos turistas estrangeiros a Portugal, os inúmeros eventos gastronómicos, como festivais, tasquinhas são muito importantes para valorizar produtos variados que necessariamente terão de ser produzidos a uma escala local/regional, o que atrairá ainda mais turistas na busca de sabores únicos.</p>
<p>- Restauração sob o conceito da Eco-Gastromia, em que os produtos utilizados são fornecidos por uma rede de vários produtores locais.</p>
<p>- Medidas públicas, como a obrigatoriedade das ementas escolares incorporarem uma determinada percentagem de alimentos produzidos localmente, podem também contribuir para relançar a nossa produção.</p>
<p>Em conclusão, com a Eco-Gastronomia poderemos resolver / enfrentar muitos dos problemas actuais, não apenas a crise económica, mas as crise social (problemas de saúde e desemprego) e a crise ecológica, que infelizmente pouco é falada.</p>
<p>O balanço final deste Eco-Jantar é bastante positivo a avaliar pelos comentários dos participantes.</p>
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<p><span id="more-479"></span>cartaz de divulgação</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-480" title="ECO-jantar_16042011b" src="http://mpica.info/wp-content/uploads/2011/04/ECO-jantar_16042011b.jpg" alt="" width="682" height="965" /></p>
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