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Oficina do Pão, Moinhos da Pinhoa (Moita dos Ferreiros – Lourinhã), 19 de Setembro
Quinta-feira Agosto, 2010 6:57 pm | Eventos | MPI | Comentários
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O MPI foi convidado pelo IDP – Instituto Democracia Portuguesa (www.democraciaportuguesa.org) para participar num programa de rádio que vai para o ar às 5ªs-feiras, pelas 18h05.
Em Lisboa ouve-se em 90.4 FM, e no sítio da Rádio Europa http://www.radioeuropa.fm/ poderá ser ouvido em directo.
O programa foi para o ar no passado dia 22 de Abril de 2010.
Apresentação de Helder Spínola, ex-presidente da Direcção Nacional da Quercus e investigador no Centro de Investigação em Educação na Universidade da Madeira, no 16º Congresso da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, no painel Economia dos Recursos Naturais e Ambientais, que decorreu no dia 10 de Julho no Colégio dos Jesuítas no Funchal.
Refere-se aos resultados de um estudo sobre um sistema inovador de recolha de resíduos com vantagens no aumento da taxa de reciclagem e na redução de custos.
O sistema em causa é baseado na recolha de resíduos sólidos urbanos em apenas duas fracções, uma para os resíduos orgânicos para compostagem (fracção húmida) e outra para resíduos de embalagens para triagem e
reciclagem (fracção seca). No sentido de avaliar a implementação deste sistema em regiões como a da Madeira, foi desenvolvido o projecto-piloto
“Reciclar é Mais Fácil” no Sítio da Fajã do Penedo, Concelho de São Vicente, na Ilha da Madeira (Portugal). O projecto-piloto envolveu 21
famílias possibilitando a reciclagem de 94% de todo o vidro, plástico, metal e papel/cartão produzido, valor substancialmente mais elevado do que o obtido pelo sistema implementado na Região Autónoma da Madeira (21%).
No âmbito deste programa foi desenvolvida uma avaliação custo-benefício para a implementação deste sistema no concelho de São Vicente, tendo-se
concluído da sua elevada competitividade económica com o sistema actualmente implementado. Por força dos dividendos obtidos com a reciclagem, o sistema de recolha “secos e húmidos” apresentou um custo
líquido de apenas 36 euros por tonelada, contra 143 euros no sistema actual baseado na incineração.